Ao longo de cerca de 40 minutos, na conversa moderada pela jornalista Inês Costa Nunes, fala-se do que significa verdadeiramente humanizar a medicina: olhar para além da patologia, reconhecer a história, o sofrimento e a esperança de cada doente, e compreender que cuidar é mais do que tratar. O médico Fernando Ramalho reflete sobre o papel das escolas médicas na formação de profissionais competentes, mas também compassivos. Já Fernando Oliveira recorda que a escuta pode ser também um gesto de cura, abrindo espaço à dimensão espiritual tantas vezes esquecida nos contextos de sofrimento.
O médico cardiologista pediatra, Fernando Maymone Martins, recebeu recentemente o Prémio Vida 2025, atribuído pela Federação Portuguesa pela Vida e esteve à conversa com o jornalista João Naia para mais um testemunho de 'Vidas que Iluminam'.
Há histórias que, mesmo nascidas da dor, iluminam o caminho de outros.
Maria Conde, 23 anos, advogada-estagiária, a mais velha de três irmãs, descobriu o poder da empatia e da partilha. Quando foi cuidadora do pai nos últimos seis meses da sua vida. Na página Instagram @ja.nao.moraqui , Maria Conde dá conta das saudades que tem; à Rádio Amparo conta a sua história.
Entrevista de João Naia e Inês Jorge Caetano